O primeiro Circuito das Estações a gente nunca esquece…
Se é para ser clichê, que “seje” então.
Não é novidade pra ninguém que tenho um joelho *udido e que vira e mexe me queixo dele nessas redes sociais. Mas a grande verdade é que eu também não consigo ficar parada.
No final do ano passado cismei que correria a etapa verão do circuito adidas e comecei a treinar em média 3x por semana no Ibirapuera. Resultado? Semanas antes da prova tomei um puxão de orelha de um ortopedista dizendo que era pra eu parar caso não quisesse operar meu joelho antes mesmo de virar o ano. A contra gosto, agradeci ao pessoal da adidas e acompanhei de longe a etapa verão.
Depois do susto, como sou muito obediente (só que não), parei de correr… mas, ainda assim, a vontade de me mexer não passou. Fiz pilates, fisioterapia e, quando parei de sentir dor, resolvi me matricular no boxe. (Sim, boxe. Afinal, se até a Sandy faz, também posso, né!?)
Desde janeiro venho trabalhando o fortalecimento muscular do joelho e “pegando mais leve” no boxe quando as atividades exigem mais impacto, mas ainda assim, não estou nem perto de estar apta a sair correndo por aí.
Mas, tudo isso é apenas detalhe. Fato é que sem nenhum preparo físico específico, no último domingo acordei as 5h15 da manhã para participar (lê-se caminhar) do Circuito das Estações Adidas Etapa Outono, ao lado da minha nova roomie, Sa Vicentini.
Eu sabia que não conseguiria ou poderia correr os 5km da prova, que caminharia grande parte do tempo e que não faria o percurso em menos de 40min. Mas daí, completar a prova marcando 56min 28seg no cronômetro e ser a última a chegar, foi sacanagem. (Ou melhor, para as mais animadas como nós duas, foi garantia de diversão para o resto do domingo)
Verdade seja dita, não estávamos preparadas para a prova, mas daria pra completar o percurso com um tempinho melhor, estávamos com um ritmo bacana e mandando super bem. Mas enfim, após ultrapassar o marco de 2km, a Sa machucou os pés e, depois que a equipe de socorristas (super solícita por sinal) fez os curativos, seguimos caminhando bem devagar até o final. – Isso porque como uma boa companheira, ela não quis voltar de moto pra eu não chegar sozinha na linha de chegada. -
No final de tudo, vamos combinar que foi bem divertido. Melhor do que chegar por último, foi contar pra galerem.
A piadinha de que os últimos serão os primeiros foi o de menos se vocês pensarem que terminamos a prova escoltadas por 4 motocicletas, 3 da equipe de Staff e 1 dos primeiros socorros.
Passamos pela linha de chegada faltando 12seg para a largada da Circuito de 10km…mas valeu a pena.
A todos os envolvidos, à adidas, aos socorristas e, principalmente a Sa, um suuuuper obrigada.
Amei a experiência, adorei participar do circuito e, que venha o Circuito das Estações etapa Inverno! ((Dessa vez com mais preparo e menos motocicletas por perto, espero))